"In complete desolation, looked at the world up there.I saw the sky turn gray and silver-colored rain. Until the clouds trying to escape."
You killed me.

E se fosse pra dizer tudo o que você significa pra mim eu não conseguiria, é algo tão grande, tão inexplicável. Eu acho que nunca amei ninguém como eu te amo. É estranho mais eu não sei se conseguiria viver sem você, talvez eu esteja viciada, é. Mas se for assim, não quero largar esse vício, afinal, é você que me faz acreditar em sonhos. Eu me tornei tão de pendente de você em tão pouco tempo, é um sentimento que não consigo explicar e eu só sei que eu não quero que isso acabe, esse sentimento esta gravado no meu coração e eu sei que vai estar lá pra sempre. Gabriela A.

Sabe, eu encaro a vida como uma estrada reta, que eu devo caminhar até chegar no fim, mas o problema é que nessa estrada muitas vezes tem buracos e pedras no meu caminho, mas mesmo assim eu tenho que seguir, mesmo querendo me afastar de tudo e de todos, achando que ninguém se importa comigo, é algo que invade os meus sentimentos é uma mistura de raiva com carinho, eu amo e odeio todos ao mesmo tempo, eu tenho vontade de gritar pro mundo e dizer o que eu penso, mas ao mesmo tempo eu fico muda, tenho vontade de soltar as pessoas pra ver se elas voltam pra mim, mas eu tenho medo que elas não voltem, é algo que arde no fundo, mas mesmo assim eu tenho que continuar a minha estrada em linha reta, e até lá, eu vou indo. (renegad-a)

É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã. Como ultrapassar essa paz que nos espreita. Silêncio tão grande que o desespero tem pudor. Montanhas tão altas que o desespero tem pudor. Os ouvidos se afiam, a cabeça se inclina, o corpo todo escuta: nenhum rumor. Nenhum galo. Como estar ao alcance dessa profunda meditação do silêncio. Desse silêncio sem lembranças de palavras. Se és morte, como te alcançar.

É um silêncio que não dorme: é insone: imóvel mas insone; e sem fantasmas. É terrível - sem nenhum fantasma. Inútil querer povoá-lo com a possibilidade de uma porta que se abra rangendo, de uma cortina que se abra e diga alguma coisa. Ele é vazio e sem promessa. Se ao menos houvesse o vento. Vento é ira, ira é a vida. Ou neve. Que é muda mas deixa rastro - tudo embranquece, as crianças riem, os passos rangem e marcam. Há uma continuidade que é a vida. Mas este silêncio não deixa provas. Não se pode falar do silêncio como se fala da neve. Não se pode dizer a ninguém como se diria da neve: sentiu o silêncio desta noite? Quem ouviu não diz.

 A noite desce com suas pequenas alegrias de quem acende lâmpadas com o cansaço que tanto justifica o dia. As crianças de Berna adormecem, fecham-se as últimas portas. As ruas brilham nas pedras do chão e brilham já vazias. E afinal apagam-se as luzes as mais distantes.

 Mas este primeiro silêncio ainda não é o silêncio. Que se espere, pois as folhas das árvores ainda se ajeitarão melhor, algum passo tardio talvez se ouça com esperança pelas escadas.

 Mas há um momento em que do corpo descansado se ergue o espírito atento, e da terra a lua alta. Então ele, o silêncio, aparece.

 O coração bate ao reconhecê-lo.

 Pode-se depressa pensar no dia que passou. Ou nos amigos que passaram e para sempre se perderam. Mas é inútil esquivar-se: há o silêncio. Mesmo o sofrimento pior, o da amizade perdida, é apenas fuga. Pois se no começo o silêncio parece aguardar uma resposta - como ardemos por ser chamados a responder - cedo se descobre que de ti ele nada exige, talvez apenas o teu silêncio. Quantas horas se perdem na escuridão supondo que o silêncio te julga - como esperamos em vão por ser julgados pelo Deus. Surgem as justificações, trágicas justificações forjadas, humildes desculpas até a indignidade. Tão suave é para o ser humano enfim mostrar sua indignidade e ser perdoado com a justificativa de que se é um ser humano humilhado de nascença.

 Até que se descobre - nem a sua indignidade ele quer. Ele é o silêncio.

 Pode-se tentar enganá-lo também. Deixa-se como por acaso o livro de cabeceira cair no chão. Mas, horror - o livro cai dentro do silêncio e se perde na muda e parada voragem deste. E se um pássaro enlouquecido cantasse? Esperança inútil. O canto apenas atravessaria como uma leve flauta o silêncio.

 Então, se há coragem, não se luta mais. Entra-se nele, vai-se com ele, nós os únicos fantasmas de uma noite em Berna. Que se entre. Que não se espere o resto da escuridão diante dele, só ele próprio. Será como se estivéssemos num navio tão descomunalmente enorme que ignorássemos estar num navio. E este singrasse tão largamente que ignorássemos estar indo. Mais do que isso um homem não pode. Viver na orla da morte e das estrelas é vibração mais tensa do que as veias podem suportar. Não há sequer um filho de astro e de mulher como intermediário piedoso. O coração tem que se apresentar diante do nada sozinho e sozinho bater alto nas trevas. Só se sente nos ouvidos o próprio coração. Quando este se apresenta todo nu, nem é comunicação, é submissão. Pois nós não fomos feitos senão para o pequeno silêncio.

 Se não há coragem, que não se entre. Que se espere o resto da escuridão diante do silêncio, só os pés molhados pela espuma de algo que se espraia de dentro de nós. Que se espere. Um insolúvel pelo outro. Um ao lado do outro, duas coisas que não se vêem na escuridão. Que se espere. Não o fim do silêncio mas o auxílio bendito de um terceiro elemento, a luz da aurora.

 Depois nunca mais se esquece. Inútil até fugir para outra cidade. Pois quando menos se espera pode-se reconhecê-lo - de repente. Ao atravessar a rua no meio das buzinas dos carros. Entre uma gargalhada fantasmagórica e outra. Depois de uma palavra dita. Às vezes no próprio coração da palavra. Os ouvidos se assombram, o olhar se esgazeia - ei-lo. E dessa vez ele é fantasma. Gabriela A.

Em direção a janela eu olhava todos aqueles carros passando, crianças correndo com seus pais para o beco mais próximo, para fugir de toda aquela chuva. Eu olhava também relâmpagos em todo céu, gota por gota caindo em meu rosto, eu vi até você. Um jovem atrapalhado andando sem guarda chuva naquele forte temporal, todo molhado, e procurando um lugar para ficar enquanto a chuva não passava. Eu sorria olhando para aquele rosto distraído e me escondendo cada vez em que ele olhava para o meu rosto.Pensamentos vinham e iam na minha cabeça. “Será que eu devo chamar ele para entrar?”, “será que eu devo deixa-lo na chuva”, acho que é melhor eu ficar na minha. Uma menina saiu de sua casa e o convidou para entrar, ele aceitou como era de se esperar. Continuei olhando os dois pela janela do meu quarto, assistindo filmes, comendo pipoca, se conhecendo melhor. Eu estava triste confesso, pensando que podia ser eu no lugar daquela jovem, mas minha coragem não deixou, nunca deixa. Agora estou sozinha, em meu quarto, assistindo um filme no temporal e sem ninguém para me abraçar e proteger de tudo isso.(renegad-a)

1 year ago notes: 11
tags: #=[  #=[  #=[  #ficou um lixo  #masok  #pensamentosdoentios1  
Jesus. Sigo e recomendo.

Sim, eu te amo. Sim, eu choro por você. Sim, eu sofro. Tem gente que critica porque acha absurdo, nunca ter visto uma pessoa e amar ela tão intensamente. Mas, quem diz isso nunca amou de verdade, e não tem nem um pouco de sensibilidade. Eu nunca te vi, mas eu te amo e me apaixono cada vez mais por suas palavras. Me apaixono cada vez mais por você. As vezes eu acho que estou sozinho, e quem está lá pra falar comigo, pra me consolar, pra me amar? Sim, você, que nunca me viu, você que nunca me tocou, você que nunca passeou de mãos dadas comigo. A distância impede que eu te veja, mas não impede que eu te ame. -Gabriela A.

É só ouvir a música certa, que logo desabo em lágrimas.
liberdade de expressão ≠ desrespeito

Amor virtual. Engraçado não é? Na verdade, não é engraçado. Dói muito. Dói pelo fato de todos os dias você acordar sabendo que pode nunca estar ao lado dele. Dói pelo fato de você nunca poder olhar em seus olhos e dizer um eu te amo cara a cara. Dói pelo fato de você não saber se tudo aquilo é real. Será que quando ele diz que te ama, ele fala a verdade? Será que ele sente saudades? Será que ele também quer me ver tanto quanto eu quero vê-lo? Essas perguntas me torturam, e torturam a qualquer um que ama alguém que está do outro lado do país, ou bem distante. Você fica horas aqui, esperando aquela pessoa especial entrar, perdendo sua vida, perdendo o que tem de melhor lá fora, pra ficar trancado em seu quarto, conversando com ele, esperando ele, se iludindo talvez. É, amor virtual… Engraçado não é? A gente faz tanta coisa por quem a gente nunca viu na vida, mas sabemos que essa pessoa que nunca vimos, é quem a gente quer. (Gabi)

Espero que em 2012 tudo dê certo para você, que você tenha forças para realizar todos os seus sonhos, que todos os planos dêem certo, mas caso não derem, tenha alguém ao seu lado, para te consolar, e te ajudar a fazer novos planos. Espero que você conquiste o amor da sua vida, mas caso ao contrário, tenha um amigo ao seu lado, para te ajudar a superar isso. Espero que você possa aproveitar cada minuto de 2012, ao lado dos seus anjos. Espero que você ria, cante, dance, que faça tudo que der vontade, que seja feliz. Espero que você tenha mais fé, pois fé é tudo, fé em Deus, fé em si mesmo, fé na vida. Feliz 2012 para você, que está lendo.
”te amo” ”desculpa, cada um com seus problemas”.

E de repente ficou apenas as lembranças… As fotos do que se foi e já não volta mais, a saudade do que se passou, as metas que foram frustradas… E o que ficou dessa vez? Mais uma vez a saudade. (Gabi.a)


i'm sorry.
i'm sorry.
"In complete desolation, looked at the world up there.I saw the sky turn gray and silver-colored rain. Until the clouds trying to escape."
theme por C4FAJESTE
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E se fosse pra dizer tudo o que você significa pra mim eu não conseguiria, é algo tão grande, tão inexplicável. Eu acho que nunca amei ninguém como eu te amo. É estranho mais eu não sei se conseguiria viver sem você, talvez eu esteja viciada, é. Mas se for assim, não quero largar esse vício, afinal, é você que me faz acreditar em sonhos. Eu me tornei tão de pendente de você em tão pouco tempo, é um sentimento que não consigo explicar e eu só sei que eu não quero que isso acabe, esse sentimento esta gravado no meu coração e eu sei que vai estar lá pra sempre. Gabriela A.


indiretas: #pensamentosdoentios1  

Sabe, eu encaro a vida como uma estrada reta, que eu devo caminhar até chegar no fim, mas o problema é que nessa estrada muitas vezes tem buracos e pedras no meu caminho, mas mesmo assim eu tenho que seguir, mesmo querendo me afastar de tudo e de todos, achando que ninguém se importa comigo, é algo que invade os meus sentimentos é uma mistura de raiva com carinho, eu amo e odeio todos ao mesmo tempo, eu tenho vontade de gritar pro mundo e dizer o que eu penso, mas ao mesmo tempo eu fico muda, tenho vontade de soltar as pessoas pra ver se elas voltam pra mim, mas eu tenho medo que elas não voltem, é algo que arde no fundo, mas mesmo assim eu tenho que continuar a minha estrada em linha reta, e até lá, eu vou indo. (renegad-a)


É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã. Como ultrapassar essa paz que nos espreita. Silêncio tão grande que o desespero tem pudor. Montanhas tão altas que o desespero tem pudor. Os ouvidos se afiam, a cabeça se inclina, o corpo todo escuta: nenhum rumor. Nenhum galo. Como estar ao alcance dessa profunda meditação do silêncio. Desse silêncio sem lembranças de palavras. Se és morte, como te alcançar.

É um silêncio que não dorme: é insone: imóvel mas insone; e sem fantasmas. É terrível - sem nenhum fantasma. Inútil querer povoá-lo com a possibilidade de uma porta que se abra rangendo, de uma cortina que se abra e diga alguma coisa. Ele é vazio e sem promessa. Se ao menos houvesse o vento. Vento é ira, ira é a vida. Ou neve. Que é muda mas deixa rastro - tudo embranquece, as crianças riem, os passos rangem e marcam. Há uma continuidade que é a vida. Mas este silêncio não deixa provas. Não se pode falar do silêncio como se fala da neve. Não se pode dizer a ninguém como se diria da neve: sentiu o silêncio desta noite? Quem ouviu não diz.

 A noite desce com suas pequenas alegrias de quem acende lâmpadas com o cansaço que tanto justifica o dia. As crianças de Berna adormecem, fecham-se as últimas portas. As ruas brilham nas pedras do chão e brilham já vazias. E afinal apagam-se as luzes as mais distantes.

 Mas este primeiro silêncio ainda não é o silêncio. Que se espere, pois as folhas das árvores ainda se ajeitarão melhor, algum passo tardio talvez se ouça com esperança pelas escadas.

 Mas há um momento em que do corpo descansado se ergue o espírito atento, e da terra a lua alta. Então ele, o silêncio, aparece.

 O coração bate ao reconhecê-lo.

 Pode-se depressa pensar no dia que passou. Ou nos amigos que passaram e para sempre se perderam. Mas é inútil esquivar-se: há o silêncio. Mesmo o sofrimento pior, o da amizade perdida, é apenas fuga. Pois se no começo o silêncio parece aguardar uma resposta - como ardemos por ser chamados a responder - cedo se descobre que de ti ele nada exige, talvez apenas o teu silêncio. Quantas horas se perdem na escuridão supondo que o silêncio te julga - como esperamos em vão por ser julgados pelo Deus. Surgem as justificações, trágicas justificações forjadas, humildes desculpas até a indignidade. Tão suave é para o ser humano enfim mostrar sua indignidade e ser perdoado com a justificativa de que se é um ser humano humilhado de nascença.

 Até que se descobre - nem a sua indignidade ele quer. Ele é o silêncio.

 Pode-se tentar enganá-lo também. Deixa-se como por acaso o livro de cabeceira cair no chão. Mas, horror - o livro cai dentro do silêncio e se perde na muda e parada voragem deste. E se um pássaro enlouquecido cantasse? Esperança inútil. O canto apenas atravessaria como uma leve flauta o silêncio.

 Então, se há coragem, não se luta mais. Entra-se nele, vai-se com ele, nós os únicos fantasmas de uma noite em Berna. Que se entre. Que não se espere o resto da escuridão diante dele, só ele próprio. Será como se estivéssemos num navio tão descomunalmente enorme que ignorássemos estar num navio. E este singrasse tão largamente que ignorássemos estar indo. Mais do que isso um homem não pode. Viver na orla da morte e das estrelas é vibração mais tensa do que as veias podem suportar. Não há sequer um filho de astro e de mulher como intermediário piedoso. O coração tem que se apresentar diante do nada sozinho e sozinho bater alto nas trevas. Só se sente nos ouvidos o próprio coração. Quando este se apresenta todo nu, nem é comunicação, é submissão. Pois nós não fomos feitos senão para o pequeno silêncio.

 Se não há coragem, que não se entre. Que se espere o resto da escuridão diante do silêncio, só os pés molhados pela espuma de algo que se espraia de dentro de nós. Que se espere. Um insolúvel pelo outro. Um ao lado do outro, duas coisas que não se vêem na escuridão. Que se espere. Não o fim do silêncio mas o auxílio bendito de um terceiro elemento, a luz da aurora.

 Depois nunca mais se esquece. Inútil até fugir para outra cidade. Pois quando menos se espera pode-se reconhecê-lo - de repente. Ao atravessar a rua no meio das buzinas dos carros. Entre uma gargalhada fantasmagórica e outra. Depois de uma palavra dita. Às vezes no próprio coração da palavra. Os ouvidos se assombram, o olhar se esgazeia - ei-lo. E dessa vez ele é fantasma. Gabriela A.


Em direção a janela eu olhava todos aqueles carros passando, crianças correndo com seus pais para o beco mais próximo, para fugir de toda aquela chuva. Eu olhava também relâmpagos em todo céu, gota por gota caindo em meu rosto, eu vi até você. Um jovem atrapalhado andando sem guarda chuva naquele forte temporal, todo molhado, e procurando um lugar para ficar enquanto a chuva não passava. Eu sorria olhando para aquele rosto distraído e me escondendo cada vez em que ele olhava para o meu rosto.Pensamentos vinham e iam na minha cabeça. “Será que eu devo chamar ele para entrar?”, “será que eu devo deixa-lo na chuva”, acho que é melhor eu ficar na minha. Uma menina saiu de sua casa e o convidou para entrar, ele aceitou como era de se esperar. Continuei olhando os dois pela janela do meu quarto, assistindo filmes, comendo pipoca, se conhecendo melhor. Eu estava triste confesso, pensando que podia ser eu no lugar daquela jovem, mas minha coragem não deixou, nunca deixa. Agora estou sozinha, em meu quarto, assistindo um filme no temporal e sem ninguém para me abraçar e proteger de tudo isso.(renegad-a)


Jesus. Sigo e recomendo.


indiretas: #pensamentosdoentios1  

Sim, eu te amo. Sim, eu choro por você. Sim, eu sofro. Tem gente que critica porque acha absurdo, nunca ter visto uma pessoa e amar ela tão intensamente. Mas, quem diz isso nunca amou de verdade, e não tem nem um pouco de sensibilidade. Eu nunca te vi, mas eu te amo e me apaixono cada vez mais por suas palavras. Me apaixono cada vez mais por você. As vezes eu acho que estou sozinho, e quem está lá pra falar comigo, pra me consolar, pra me amar? Sim, você, que nunca me viu, você que nunca me tocou, você que nunca passeou de mãos dadas comigo. A distância impede que eu te veja, mas não impede que eu te ame. -Gabriela A.


indiretas: #pensamentosdoentios1  

É só ouvir a música certa, que logo desabo em lágrimas.


liberdade de expressão ≠ desrespeito


Amor virtual. Engraçado não é? Na verdade, não é engraçado. Dói muito. Dói pelo fato de todos os dias você acordar sabendo que pode nunca estar ao lado dele. Dói pelo fato de você nunca poder olhar em seus olhos e dizer um eu te amo cara a cara. Dói pelo fato de você não saber se tudo aquilo é real. Será que quando ele diz que te ama, ele fala a verdade? Será que ele sente saudades? Será que ele também quer me ver tanto quanto eu quero vê-lo? Essas perguntas me torturam, e torturam a qualquer um que ama alguém que está do outro lado do país, ou bem distante. Você fica horas aqui, esperando aquela pessoa especial entrar, perdendo sua vida, perdendo o que tem de melhor lá fora, pra ficar trancado em seu quarto, conversando com ele, esperando ele, se iludindo talvez. É, amor virtual… Engraçado não é? A gente faz tanta coisa por quem a gente nunca viu na vida, mas sabemos que essa pessoa que nunca vimos, é quem a gente quer. (Gabi)


indiretas: #pensamentosdoentios1  

Espero que em 2012 tudo dê certo para você, que você tenha forças para realizar todos os seus sonhos, que todos os planos dêem certo, mas caso não derem, tenha alguém ao seu lado, para te consolar, e te ajudar a fazer novos planos. Espero que você conquiste o amor da sua vida, mas caso ao contrário, tenha um amigo ao seu lado, para te ajudar a superar isso. Espero que você possa aproveitar cada minuto de 2012, ao lado dos seus anjos. Espero que você ria, cante, dance, que faça tudo que der vontade, que seja feliz. Espero que você tenha mais fé, pois fé é tudo, fé em Deus, fé em si mesmo, fé na vida. Feliz 2012 para você, que está lendo.


indiretas: #pensamentosdoentios1  

”te amo” ”desculpa, cada um com seus problemas”.


indiretas: #pensamentosdoentios1  

E de repente ficou apenas as lembranças… As fotos do que se foi e já não volta mais, a saudade do que se passou, as metas que foram frustradas… E o que ficou dessa vez? Mais uma vez a saudade. (Gabi.a)


indiretas: #pensamentosdoentios1